Quarta-feira, 21.04.10

Concertos - Joanna Newsom

 

 

Trata-se de mais um concerto disponibilizado pela National Public Radio: Joanna Newsom na Sixth and I Synagogue, em Washington, D.C., num concerto que parte do triplo "Have One On Me" para outras canções da carreira da cantautora harpista/pianista, com uma duração um pouco superior a uma hora e meia.

 

 

 

Concerto de Joanna Newsom

Sixth and I Synagogue, Washington, D.C., 22.03.2010.

 

Set list:

 

'81

Kingfisher

The Book of Right-On

Easy

Soft as Chalk

Inflammatory Writ

Good Intentions Paving Company

Have One on Me

You and Me, Bess

Monkey & Bear

 

[Encore]

Baby Birch

 

publicado por Olavo Lüpia às 22:44 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Segunda-feira, 15.03.10

Blue Mondays.../Novidades

In California

Does Not Suffice

Joanna Newsom, "Have One On Me" (2010)
publicado por Olavo Lüpia às 15:22 | link do post | comentar
Segunda-feira, 15.02.10

Novidades - Joanna Newsom

 

A Drag City disponibilizou o audio de Kingfisher, pertencente ao vindouro triplo-disco de Joanna Newsom, "Have One On Me".

 

Kingfisher - Joanna Newsom

"Have One On Me" (2010)

publicado por Olavo Lüpia às 10:43 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Quinta-feira, 31.05.07

Assustadoramente belo

De um dos discos mais desafiantes (e também um dos melhores) de 2006,


Monkey and Bear, Joanna Newsom
"Ys" (2006)
publicado por Olavo Lüpia às 03:27 | link do post | comentar
Terça-feira, 05.12.06

Novidades - Joanna Newsom

"Ys"

É um nome a reter. Joanna Newsom é uma "cantautora" de 24 anos, toca harpa, piano e cravo. A voz, por vezes, faz lembrar Tori Amos, noutras Björk ou ainda Kate Bush, sempre com um timbre muito infantil.
Acaba de lançar o seu segundo disco, "Ys", um dos discos do ano. E porquê? Se a maior parte da crítica musical tem ficado céguinha com o disco, também há quem diga que o disco é demasiado ambicioso e pretensioso e que a voz dela faz lembrar a de Yeardley Smith (a Lisa Simpson, da série da família de Springfield). Não me parece, no entanto, que alguém tivesse ficado indiferente.
Em que ficamos?
"Ys" é, no mínimo, surpreendente. O disco tem apenas 5 músicas, que demoram 55 minutos a deglutir. A música mais curta tem mais de 7 minutos e a maior quase 17'. Quatro delas tem como acompanhamento uma orquestra completa e na que remanesce a voz de Joanna é apenas acompanhada da inseparável harpa.
A que soa?
Acho que os homens dos rótulos chamam-lhe folk, mais concretamente, psychadelic folk. E o que é isso? Não faço a mínima ideia, mas no disco podem ouvir melodias celtas, medievais, orientais e música apalache. Uma panóplia de sons estranhos e convidativos, arranjos de orquestra fora do comum e bem escritos por Van Dyke Parks.
Curioso é o facto de as músicas serem enormes e a rapariga debitar palavras atrás de palavras. Ou seja, as letras são gigantescas. São praticamente pequenos contos e narrativas, de escrita densa e cheias de surpresas. Por esta perspectiva, as letras podiam valer, desde logo, por si próprias (assim, em vez de ouvir o disco, podia-se perfeitamente lê-lo - como um conjunto de contos musicados!).
Concluindo, é um disco de audição obrigatória e, por tudo o que disse acima, só uma vez não chega. Nem perto...
Aqui fica a faixa de abertura, que recomendo vivamente, porque, gostando-se ou não, por certo que não vos vai deixar indiferentes:

Emily - Joanna Newsom
publicado por Olavo Lüpia às 00:52 | link do post | comentar | feedbacks (2)

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