Quarta-feira, 08.07.09

Novidades - Jónsi & Alex


O colectivo formado por Jón Þór (Jónsi) Birgisson, mais conhecido por ser o vocalista dos Sigur Rós, e o seu companheiro Alex Somers já se tinha mostrado este ano com a colaboração Happiness para a compilação "Dark Was The Night". Então, a designação era Riceboy Sleeps. Agora, Riceboy Sleeps passa a ser o nome do disco de estreia da dupla Jónsi & Alex, a ser lançado ainda este mês.

O primeiro áudio a ser disponibilizado é o de Boy 1904.

Boy 1904 - Jónsi & Alex
"Riceboy Sleeps" (2009)

Não será demais fazer o enquadramento desta canção, que contém um excerto de uma das únicas gravações com o último cantor 'castrato', Alessandro Moreschi (1858-1922), decorria o ano de 1904.


Deixamos em baixo, apenas, a interpretação de Moreschi do Ave Maria composto por Charles Gounod a partir de uma melodia do 'Prelúdio n.º 1 em Dó Maior' da obra "Cravo Bem Temperado" de J. S. Bach, gravação que ocorreu em 1904.

Ave Maria - Alessandro Moreschi
(1904)

[Ver e ouvir ainda:
- Página com o nome "Riceboy Sleeps", com mais informações e vídeos de outras canções;
- Página de Jónsi & Alex.]
publicado por Olavo Lüpia às 02:20 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Quinta-feira, 02.08.07

Ele é muito mais música

Finalmente! O meu guru/sabe-tudo/enciclopédia/multimédia/diciopédia/wikipedia de música erudita, o Nuno Lemos, decidiu deixar de ser egoísta (!!) e partilhar com a malta o seu vastíssimo conhecimento sobre os decomposing composers e not-so-decomposing intérpretes.
Está tudo no Eu é mais música - vai direitinho para a minha barra de ligações.
Só por isso, e para lhe dar as boas vindas, aqui vai, dos Concertos de Brandenburg (1721) de Joahnn Sebastian Bach, o Concerto n.º 5 em Ré Maior, BWV 1050, tocado e conduzido por Glenn Gould.









publicado por Olavo Lüpia às 16:00 | link do post | comentar | feedbacks (2)
Quinta-feira, 11.01.07

Assustadoramente belo

(Em resposta ao que o Nande (JVN) aqui feedbackou...)

Um vídeo assombroso de Glenn Gould a ensaiar, em casa (de robe de chambre e tudo), a Partita No.2 (corrige-me se estiver errado, "Frenchy") de J.S. Bach:


Pode-se encontrar pelo "Tu Tubas", espalhado por diversos vídeos, Glenn Gould a tocar a obra pela qual se tornou célebre, as Variações Goldberg, do mesmo Bach.

publicado por Olavo Lüpia às 00:09 | link do post | comentar
Quarta-feira, 10.01.07

(Raro) Momento de Erudição

Gosto muito do que vou conhecendo do Sr. João Sebastião Ribeiro, para os amigos Johann Sebastian Bach. Dentro da vastíssima obra do senhor (que não conheço nada bem, tenho que reconhecer e me penitenciar por isso - mas também, quem mandou ao homem escrever para cima de 1.000 obras?...), gosto muito dos Concertos de Brandenburg.
Foram dedicados, em 24.03.1721, ao Margrave (é assim, um príncipe) Christian Ludwig de Brandenburg-Schwedt e que, por falta de verbas para a cultura (sim, não é um problema desta geração), nunca chegaram a ser tocados para o seu mecenas. Foram descobertos apenas no Século XIX no arquivo de Brandenburg.
Deixo aqui o Concerto n.º 2 em Fá Maior, BWV 1047, tocado pelos Il Giardino Armonico.

1.º Andamento - Allegro
2.º Andamento - Andante
3.º Andamento - Allegro assai

Nota: nenhum dos (raros) momentos de erudição que este blog conheceu (e, já agora, qualquer um que possa sair da minha pessoa!) seriam possíveis, não fosse esse mecenas que usa o pseudónimo French guard from the castle of his master, Guy de Lombard - o Incontinental "original". O agradecimento restante faço-o ao Wikipedia e o que com ele vou aprendendo, como neste caso.

publicado por Olavo Lüpia às 01:26 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Quarta-feira, 11.10.06

Artistas de Circo

O tapping é uma técnica de guitarra que consiste na utilização da ponta dos dedos para, com movimentos rápidos e firmes, pressionar as cordas de modo a obter som. Nos anos 80, era uma daquelas coisas que todos os guitarristas faziam. Estava na moda e era uma técnica inovadora, usando-se o braço da guitarra como se de um teclado se tratasse. O rei era Eddie Van Halen, mas há ainda a considerar o inacreditável Steve Vai, o Prof. Joe Satriani e o "Neo-clássico" Ingwie Malmsteen, entre outros.
Nos anos 90, seguindo a tendência de tudo o resto, o tapping era visto ora como parolo, ora como azeiteiro, ou simplesmente not cool. Na música, era entendível: os Nirvana e os que se lhes seguiram tinham assassinado o hard-rock, heavy metal e derivados, mandando aqueles cabelos "à foda-se" para o Inferno.
Com o repescar dos anos 80 em toda a linha, começam a aparecer por aí uns artistas que ressuscitaram a técnica do tapping, com resultados curiosos.
Este, aqui em baixo, chama-se Adam Fulara, e podem vê-lo a tocar a 1.ª das Variações Goldberg, de J.S. Bach, no Ternura Porno. Aqui, ele dedica-se também a Bach, tocando o Prelúdio do Prelúdio e Fuga n.º 3 em dó sustenido maior do Primeiro Livro do Cravo Bem Temperado, BWV 848 (com a devida vénia ao sempre iluminado Incontinental - ver caixa de comentários!).


Apesar das caretas que ele vai fazendo durante o vídeo, não lhe conheço nenhum tipo de doença... Devia estar com muita vontade de ir ao WC. É. Deve ter sido isso!
Mas há mais!!! Há ainda a considerar um puto "chinoca" com a graça de Zack Kim, que pulula pelo You Tube, ora tocando Bach e Beethoven, ora tocando o tema do Super Mario Bros. Um exemplo está aqui. Enquanto que o Fulara parece um gajo mais sério no que faz, este Zack Kim cheira-me apenas a artista de circo adolescente - e o facto de ser chinoca só me faz a crença mais forte...
Num registo completamente diferente e com resultados bem mais interessantes, o Sombra também nos dá a conhecer aqui Kaki King.
É só magos e artistas de circo...
publicado por Olavo Lüpia às 14:26 | link do post | comentar | feedbacks (4)

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