Terça-feira, 10.07.07

Vídeos do outro mundo


I Stay Away, Alice In Chains
"Jar of Flies EP" (1994)

Realizador: Nick Domkin
publicado por Olavo Lüpia às 04:43 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Quinta-feira, 22.02.07

Mas o que eu quero mesmo ouvir é...

The Trickster - Radiohead
"My Iron Lung EP" (1994)


(É o meu toque de telefone e tudo!)
publicado por Olavo Lüpia às 02:30 | link do post | comentar
Quinta-feira, 28.12.06

Vídeos do outro mundo


Black Hole Sun, Soundgarden
"Superunknown" (1994)
Realizador: Howard Greenhalgh (Why Not Videos)

Se os vídeos devem servir a música que pretendem promover, neste caso, vídeo, música e letra estão em perfeita sintonia.
Muitas versões se fizeram já deste tema, algumas excelentes. Fiquem, desde já, por curiosidade, com a versão "música-de-elevador" de Black Hole Sun dos Moog Cookbook.
publicado por Olavo Lüpia às 16:50 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Terça-feira, 12.12.06

...

EU FIZ AS CONTAS...


Então... e o buço?

(confesso que resulta melhor com o outdoor da campanha...)

Girl, You'll Be a Woman Soon - Urge Overkill
"Pulp Fiction OST" (1994)
What's The Ugliest Part Of Your Body? - Frank Zappa
"We're Only In It For The Money" (1968)
Fine Girl - Frank Zappa
"Tinsel Town Rebellion" (1981)
publicado por Olavo Lüpia às 01:59 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Sexta-feira, 17.11.06

Especial Jeff Buckley - 10/10 (dez-em-dez) - "Grace" (1994)


«"Grace" is basically a 'death player'. Not something of sorrow, but of just casting away any fear of death.
No relief will come. You really just have to stew in your life until it's time to go...» - Jeff Buckley

Esta era visão do músico sobre o seu próprio disco. Impressionante.
Grace é um disco de desejo, de querer. O desejo de se fazer qualquer coisa de relevante, de ser alguma coisa importante, para nós e para os outros que nos rodeiam. O desejo de alguém, ou por alguém - daí que possa também ser definido como o disco dos corações partidos ou da 'dor de corno'.
O disco começa com Mojo Pin, uma primeira música de desejo. Intenso. Buckley referiu-se a Mojo Pin como uma música que fala sobre um sonho (sobre o sentido da expressão Mojo Pin). A música começa suave e a entrada da voz de Buckley foca-nos a atenção, assim como parece focar a atenção da música, que ali se passa a centrar (assim como Jeff focava as atenções de quem o via ao vivo). Os refrões finais vêm das entranhas e é impossível ficar-se "desligado".
Em continuação, o tema-título, Grace: «This is a song about (...) not feeling so bad about your own mortality, when you have true love», Jeff Buckley. Lindíssima a construção musical, impressionante a vocalização. Aquele grito final desarma e rasga qualquer alma mais empedernida.
Last Goodbye é uma música que não pode existir! A primeira vez que a ouvi pareceu-me uma musiquinha bonitinha, ponto final. Mas, quando reparei na composição da música... Jesus (e eu nem religioso sou)! Desde a afinação aberta em Sol da guitarra - base da composição -, as estrofes, a ponte musical... as melodias. As melodias não existem. Nada é tão perfeito. De tão bem trabalhadas, parece a única maneira de se cantar a música... Nem por sombras. A letra é mais uma vez de desejo, ainda que na despedida: «Kiss me, please kiss me. Kiss me out of desire, baby, not consolation. It makes so angry, 'cause I know that in time I'll only make you cry, this is our last goodbye».
Lilac Wine segue-se e é a evocação directa a Nina Simone, uma das suas mais importantes musas inspiradoras. O desejo por outrém marca mais uma vez a música. Lindíssima.
So Real é um marco de composição. Pode muito bem aplicar-se a esta música o que Jimmy Page, dos Led Zeppelin (uma das maiores referências de Buckley, em termos de guitarra), disse de Buckley. Qualquer coisa como «one of the things that was a little frightening is that I was convinced that he probably did things in tunings, but he didn't. It was standard tunnings and I thought: 'jeez, he really is clever, isn't he?'». Nesta música, o trabalho de guitarra é qualquer coisa de genial e o refrão vem de um planeta diferente... De génio.
Hallelujah é a definitiva e sensual versão do monumento de Leonard Cohen. Há muitas versões desta música, de gente tão importante como John Cale ou Rufus Wainwright, e nada se assemelha à de Buckley.
Lover, You Should've Come Over não tem explicação. Uma das mais inacreditáveis músicas de amor que já ouvi. Uma balada soul com uma letra fabulosa e uma composição musical que, lá mais para o fim, se torna ainda mais densa e impressionante.
Corpus Christi Carol, composta por Benjamin Britten, é mais uma solução perfeitamente possível para uma voz tão ampla e flexível como a de Jeff.
Eternal Life é a música de protesto do disco, anti-racismo/xenofobia. Grande música e um ênfase especial para a secção rítmica: irrepreensível.
Dream Brother é, provavelmente, qualquer mensagem que Buckley, o Jeff, tinha no seu interior para dizer a Buckley, o Tim. Uma grande música a fechar o disco.

Não há músicas que mereçam um epíteto menor que "excelente" e, pelo menos, metade delas são de génio.
Era uma entrada no mundo dos Long Plays pela porta grande, mostrando uma enorme versatilidade e um talento esfusiante. Um ponto de partida para uma carreira segura. Este seria o Dylan ou o Springsteen do futuro. Um compositor de excepção com uma voz única e um demarcamento claro do nome do pai Tim.
O que mais podia querer ou desejar um miúdo de 27 anos?

Aproveito para deixar aqui os vídeos que saíram deste "Grace":
Grace
Last Goodbye
So Real
publicado por Olavo Lüpia às 05:25 | link do post | comentar | feedbacks (3)
Terça-feira, 14.11.06

To all you lovers out there...


Interstate Love Song, Stone Temple Pilots
"Purple" (1994)
publicado por Olavo Lüpia às 01:26 | link do post | comentar
Segunda-feira, 13.11.06

Blue Mondays...


Forget Her, Jeff Buckley
outtake das sessões de gravação de "Grace" (1994), presente na edição especial comemorativa do 10.º Aniversário do disco, saída em 2004.

Informamos os estimados clientes que Sexta-Feira, dia 17, será um dia especial aqui no tasco. Por isso, apareçam e tragam amigos.
A gerência.
publicado por Olavo Lüpia às 00:38 | link do post | comentar
Quarta-feira, 01.11.06

Banda sonora do dia


The Day I Tried To Live, Soundgarden,
"Superunknown" (1994)

Realizador: Matt Mahurin
publicado por Olavo Lüpia às 15:32 | link do post | comentar
Segunda-feira, 30.10.06

Blue Mondays...


The Wild Ones, Suede
"Dog Man Star" (1994)
publicado por Olavo Lüpia às 00:34 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Segunda-feira, 25.09.06

The Rain Song

Se as músicas doessem de terem sido tão bem compostas, esta poderia equivaler-se a cortar, inadvertidamente, a glande com a lâmina de barbear, entornar (com a aflição) o frasco do alcoól etílico em cima do "coiso", perder os sentidos devido ao ardor, acordar, de repente, antes de perder os sentidos uma segunda vez, porque se aterrou com o "abono de família" em cima de uma chiclette de mentol meio húmida... para depois despertar, por fim, numa maca do hospital e descobrir que nos estão a lancetar um quisto no rabo.
O vídeo é do mesmo espectáculo que deu origem ao brilhante No Quarter: Jimmy Page & Robert Plant Unledded (1994), dos dois ex-Led Zeppelin mencionados, e custa-me a perceber que não tenham encontrado uma nesga para lá meter esta canção. É das coisas mais geniais que já saíu da guitarrinha do Page. E só isso é dizer muito.
Eu nem sabia que esta música fazia parte daquele espectáculo... ahhh, maravilhoso You Tube!
O original da música pode ser encontrado no Houses Of The Holy (1973), dos Led Zepp. Um disco fabuloso (como, aliás, os anteriores I, II, III, e IV).



The Rain Song,
Jimmy Page & Robert Plant
(1994)
publicado por Olavo Lüpia às 17:22 | link do post | comentar | feedbacks (2)
Sexta-feira, 15.09.06

Porque hoje é Sexta...

(Friday, Friday, Friday, Friday, Friday...)


dEUS, Suds & Soda,
Worst Case Scenario (1994)
publicado por Olavo Lüpia às 15:13 | link do post | comentar | feedbacks (3)

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