2 feedbacks:

Anónimo a 12 de Janeiro de 2007 às 17:58
Era uma vez o States sim senhor...

(por favor, não comparemos este "santuário" com o bafiento Buraco Negro, aliás responsável pelo fim do States pela via da canibalização dos preços das bebidas!)

Aliás, fará por estes dias 7 anos (!!! meu Deus, o tempo passa...) que fechou o único sítio a que ia depois das 4 da manhã em Coimbra e onde terei consumido vários litros de álcool, especialmente nas variedades cervejinha e Bushmills...

Era seguramente a casa mais democrática que conheci, onde tanto se ia de fato e gravata, todo roto, de camisa cor-de-rosa e sapato de sola ou de calções de banho e t-shirt a meio de uma noitada de estudo de faculdade beber uma imperial!

Grandes tempos, todas as saudades do tempo em que valia a pena sair à noite em Coimbra...

Agora, fica o consolo do Batô de Leça, muito de vez em quando!

Ass: O Maquinista, lembrando-se de inconfessáveis noites que terminavam a ouvir "China Girl", David Bowie...
Navel a 16 de Janeiro de 2007 às 10:17
Sim, um altar para os senhores! Mas separados senão eles comem-se vivos. Sempre (apesar da tenra idade em 1986) acreditei numa certa paixão mal resolvida entre aqueles dois. Ou talvez mais do lado do Moz. Será porque, depois de o ter livrado de uma vida de mediocridade, o Johnny Marr pegou nas coisinhas e deixou-o sozinho? ... Eu ponho o Moz num altar todos os dias, mas tenho de agradecer ao Marr por ter contribuido para o Mind Bomb e o Dusk.
(Nunca fui à States, cheguei a Coimbra já depois do fim, mas a falta de espaços com boa música naquela cidade faziam do Buraco um pequeno altar só suplantado pelos jardins da Associação no Verão. Ou os programas de rádio dos amigos. Ou os regressos à Invicta ao fim-de-semana.)