Segunda-feira, 18.10.10

Blue Mondays...

 

I Know It's Over - The Smiths
"The Queen Is Dead" (1986)

 

I Know It's Over - Jeff Buckley

(1995)
publicado por Olavo Lüpia às 07:00 | link do post | comentar | feedbacks (2)
Segunda-feira, 02.02.09

Blue Mondays.../Penso Rápido


Please, Please, Please, Let Me Get What I Want - The Smiths
lado-b do single "William, It Was Really Nothing" (1984)
publicado por Olavo Lüpia às 07:00 | link do post | comentar
Sexta-feira, 03.10.08

Porque hoje é Sexta...


This Charming Man (1983)
Shakespeare's Sister (1985)
Panic (1986)
The Smiths


[Parvoíces várias relacionadas com canções dos Smiths]
publicado por Olavo Lüpia às 07:00 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Quinta-feira, 17.07.08

Does Humour Belong In Music? (XXIV)


Não, não é agora que deixamos o Leste.
A conselho do Eduardo (mais uma vez, obrigado!), fui perseguir os The Ukrainians, que, nos inícios de 1993, lançaram um EP composto por quatro versões de igual número de incontornáveis músicas dos Smiths, temperando o pop com os instrumentos e melodias do folclore ucraniano.
A edição chamou-se "Pisni Iz The Smiths" e as músicas foram Bigmouth Strikes Again, The Queen Is Dead, Meat Is Murder e What Difference Does It Make?.

Batyar (Bigmouth Strikes Again)
Koroleva Ne Pomerla (The Queen Is Dead)

[Os interessados podem baixar a coisa aqui]
publicado por Olavo Lüpia às 07:00 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Sábado, 10.11.07

Radiohead TV #2 - As Good As It Gets

Os Radiohead continuaram com a diversão em estúdio ontem à noite, proporcionando dois momentos muito especiais, com covers dos The Smiths (The Headmaster Ritual) e dos New Order (Ceremony). A boa disposição era notória e Thom Yorke nem disfarçou as influências, fazendo vocalizações à Morrissey e Bernard Sumner.
Concluindo, quem gostar de Radiohead, dos Smiths e dos New Order, vai concerteza ficar mais que satisfeito com estas performances.


The Headmaster Ritual, Radiohead


Ceremony, Radiohead
publicado por Olavo Lüpia às 14:27 | link do post | comentar
Quarta-feira, 23.05.07

10/10 (dez-em-dez) - "The Queen Is Dead", 1986


10 músicas. Todas, no mínimo, muito boas. A maior parte, geniais. Um verdadeiro tratado da música pop.
Enquanto que a composição musical e arranjos estavam entregues a Johnny Marr, com as complexas e imbricadas paredes de som que saíam da guitarra e das orquestrações sintetizadas, o lirismo vinha de Steven Patrick Morrissey.
No entanto, The Queen is Dead, a primeira música, quase parece desmentir tudo o que acabo de escrever. Estrutura mais rock, assente no riff do baixo de Andy Rourke e no ritmo quase tribal da bateria de Mike Joyce, a base por onde planam as guitarras em desconcerto de Marr e a voz de Morrisey, aqui a lidar com os seus fantasmas, enquanto dispara projécteis violentíssimos contra a realeza e a igreja... Não é, pois, bem a ideia da pop convencional.
Mas tudo muda com Frankly, Mr. Shankly, onde, acima de tudo, é Morrissey quem brilha, com uma letra cheia de pérolas de humor e ironia.
Nada nos prepara para a desolação e desespero que vem a seguir, com a genial I Know It's Over. Musicalmente, tudo está no sítio: bateria, baixo, guitarras e orquestrações e a vocalização sentida. A letra é outra coisa impressionante e - pelo menos, a mim - remete-me para a capa do disco, com a frase-chave: «Oh, Mother, I can feel the soil falling over my head». Os pormenores da narrativa são revelados de uma forma quase escondida ou disfarçada, deixando-nos surpresos e suspensos de um fim que é logo anunciado no início.
O desalento continua com I Never Had No One Ever, onde é, mais explicitamente que nas outras faixas, referido o tema recorrente em muitas cancões deste disco, a solidão.
As coisas ficam bem menos sombrias logo a seguir, com aquela que podia muito bem ter influenciado o filme "Clube dos Poetas Mortos" (1989) ou fazer parte da sua banda sonora. Em Cemetry Gates, Morrissey diz que é preciso tomar a escrita como nossa, fugir do plágio e que Oscar Wilde vence aos pontos Keats e Yates, juntos. É uma música trademark dos Smiths, muito contribuindo a composição e aquelas fabulosas guitarras de Johnny Marr, sempre no sítio certo e respondendo às frases vocais de Morrissey, com frases musicais à altura: sempre perfeitas, rítmica e melodicamente.
A esta seguem-se dois monstros dos quais pouco ou nada se pode acrescentar: os hiatos temporais humorísticos de Bigmouth Strikes Again (com as guitarras, mais uma vez, aquelas guitarras...); e The Boy With The Thorn In His Side, com o "eu" e o "nós".
Depois vem o pseudo-rockabilly de Vicar in a Tutu, talvez a música menos forte do disco, que abre caminho para outro monumento: There Is A Light That Never Goes Out. Mais uma vez, o lirismo de Morrissey atinge os píncaros com um refrão do outro mundo, com a ajuda da orquestração electrónica brilhante de Johnny Marr. Genial.
O disco acaba com uma música que se explica a si própria: Some Girls Are Bigger Than Others, de onde se destaca - nunca é demais - Johnny Marr.
Um disco muito equilibrado, com músicas excelentes, que ouço e re-ouço vezes sem conta, como hoje.

The Queen Is Dead
I Know It's Over
Cemetry Gates


Para tudo o que foi postado sobre este disco aqui no tasco, sigam a etiqueta "The Queen Is Dead", em baixo.
publicado por Olavo Lüpia às 01:07 | link do post | comentar | feedbacks (4)
Sexta-feira, 12.01.07

Porque hoje é Sexta...

The Smiths, em dose dupla:


The Boy With The Thorn In His Side, The Smiths



Bigmouth Strikes Again, The Smiths

ambos do "The Queen Is Dead" (1986).

1.º Era uma vez um sítio chamado "States";...
2.º Era uma vez outro sítio chamado "Buraco Negro", "Buraco", para os amigos;
3.º E um altar para o Johnny Marr?
4.º E outro para o Morrissey?
publicado por Olavo Lüpia às 03:23 | link do post | comentar | feedbacks (2)
Segunda-feira, 11.12.06

Blue Mondays...


There Is A Light That Never Goes Out, The Smiths
"The Queen Is Dead" (1986)
publicado por Olavo Lüpia às 01:40 | link do post | comentar | feedbacks (4)
Sexta-feira, 17.11.06

Especial Jeff Buckley - Hallelujah

Eu tentei resistir. Eu juro que tentei...
Mas não fui capaz.
Ainda por cima porque esta versão tem, lá pelo meio, um pouco do I Know it's Over, de uma das bandas preferidas de Jeff Buckley, The Smiths, que foi a banda que, infelizmente, me tinha esquecido de referenciar aqui.

Hallelujah/I Know It's over - "Mistery White Boy" (2000)

(letra)
(sobre a música)



publicado por Olavo Lüpia às 23:13 | link do post | comentar | feedbacks (4)

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