Quarta-feira, 20.03.13

10/10 (dez-em-dez) - "Screamadelica", Primal Scream, 1991

 

 

01. Movin' On Up

02. Slip Inside This House

03. Don't Fight It, Feel It

04. Higher Than The Sun

05. Inner Flight

06. Come Together

07. Loaded

08. Damaged

09. I'm Coming Down

10. Higher Than The Sun (A Dub Symphony In Two Parts)

11. Shine Like Stars

publicado por Olavo Lüpia às 12:26 | link do post | comentar
Segunda-feira, 27.12.10

Blue Mondays...

 

 

Soon After Christmas - Stina Nordenstam

"Memories Of Colour" (1991)

 

publicado por Olavo Lüpia às 21:30 | link do post | comentar | feedbacks (3)
Segunda-feira, 28.12.09

Blue Mondays...


Mind Riot - Soundgarden
"Badmotorfinger" (1991)
publicado por Olavo Lüpia às 18:23 | link do post | comentar | feedbacks (2)
Segunda-feira, 07.12.09

Blue Mondays.../«Hail, Hail, The Eyeball Kid!»/This Week In God


[07.12.1949-...]

Poncho's Lament
Midnight Lullaby
Tom Waits, "The Early Years" (1991)

Nobody
Please Call Me, Baby
Tom Waits, "The Early Years, Vol. 2" (1993)

[Gravações de 1971]
publicado por Olavo Lüpia às 19:33 | link do post | comentar
Segunda-feira, 12.10.09

Blue Mondays...


Unfinished Sympathy, Massive Attack
"Blue Lines" (1991)
publicado por Olavo Lüpia às 11:42 | link do post | comentar
Terça-feira, 11.08.09

Bowerbirds e as Sessões acústicas do Le Cargo

Para as sessões acústicas do Le Cargo, os Bowerbirds mostraram Olive Heart e uma versão de Moonshiner. O jovem Dylan é sempre especial.


Moonshiner, Bowerbirds
(2009)

Moonshiner, Bob Dylan
"The Bootleg Series Volumes 1-3 (Rare & Unreleased) 1961-1991" (1991)
publicado por Olavo Lüpia às 15:49 | link do post | comentar
Sexta-feira, 07.08.09

Porque hoje é Sexta...


Mellowship Slinky in B Major
Apache Rose Peacock
The Greeting Song
My Lovely Man
Red Hot Cili Peppers, "Blood Sugar Sex Magik" (1991)

publicado por Olavo Lüpia às 03:51 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Quinta-feira, 09.10.08

Sob o efeito de hipnóticos


Washer - Slint
"Spiderland" (1991)
publicado por Olavo Lüpia às 02:22 | link do post | comentar
Quarta-feira, 10.09.08

O fascínio pelo assassino # 5 - Pretty Polly/Ballad of Hollis Brown

Pretty Polly é uma música tradicional encontrada no folclore britânico assim como na região Apalache dos Estados Unidos. Parece ter nascido como uma derivação encurtada da canção The Gosport Tragedy.
Em poucas palavras, trata-se da história da jovem e bela Polly, atraída para a floresta por um seu pretendente (Willy, que noutras versões usa outro dos diminutivos de William, Billy), que acaba por matá-la e enterrá-la numa cova que havia cavado na noite anterior.
Sendo uma música do folclore tradicional, desde logo se adivinha como há muitas versões da mesma música. Aqui ficam duas, curiosamente do mesmo ano, por Dock Boggs (na foto acima) e B. F. Shelton. Em ambas, a voz é acompanhada apenas pelo banjo.

Pretty Polly - Dock Boggs (1927)
Pretty Polly - B. F. Shelton (1927)

De entre outra gente que também cantou Pretty Polly, refira-se, desde já, os nomes de Bert Jansch, Judy Collins, Kristin Hersh ou os Byrds.

Pretty Polly - The Byrds
"Sweetheart Of The Rodeo" (1968)

Em 1964, Bob Dylan (o Dylan recolector) agarra na estrutura musical e frásica de Pretty Polly - que, segundo se diz, também tocou - para compor a negríssima Ballad of Hollis Brown, a história de um agricultor de South Dakota que, vivendo na penúria com a sua família, vê a farinha e a água faltar, os 5 filhos famintos e em lágrimas e a sua mulher aos brados, decide gastar os seus últimos tostões em sete projécteis de caçadeira, nem sendo preciso adivinhar o fim do conto.

Ballad of Hollis Brown - Bob Dylan
"The Times They Are A-Changin'" (1964)


[O cantor country TJ McFarland, na sua música Kurt Cobain, refere que o líder dos Nirvana, antes da fama, tocava a música Pretty Polly. Isto talvez se conjugue para quem ache que a música Polly pode ter sido influenciada por aquela. No entanto, não sei... a) quem é este TJ McFarland nem como ele terá conhecido Cobain; b) como é que a música acima mencionada tem a ver com a que relata a história verídica de uma rapariga de 14 anos raptada e violada, pela visão do agressor. De qualquer forma, e para completar, aqui ficam:

Kurt Cobain - TJ McFarland
"Howlin' Wild" (2007)
Polly - Nirvana
"Nevermind" (1991)]
publicado por Olavo Lüpia às 05:00 | link do post | comentar
Sexta-feira, 22.08.08

Porque hoje é Sexta...


There's No Other Way, Blur
"Leisure" (1991)
publicado por Olavo Lüpia às 05:44 | link do post | comentar
Sexta-feira, 16.05.08

Porque hoje é Sexta...


In Bloom, Nirvana
"Nevermind" (1991)
publicado por Olavo Lüpia às 02:07 | link do post | comentar | feedbacks (1)
Quarta-feira, 30.01.08

Em terra de cegos

Contem todos os músicos cegos de que se conseguem lembrar, assim, de repente. Contem os vossos Stevie Wonder, Ray Charles, José Feliciano e outros que se lembrem.
Nada que se possa comparar ao primórdios dos blues no Sul esclavagista...

Dry Bone Shuffle - Blind Blake (1927)
How Can a Poor Stand Such Times - Blind Alfred Reed (1929)
Long Distance Moan - Blind Lemon Jefferson (1929)
God Moves On The Water - Blind Willie Johnson (1929)
Death Room Blues - Blind Willie McTell (1933)
Cross And Evil Women Blues - Blind Gary (1935)
Piccolo Rag - Blind Boy Fuller (1938)


Blind Boy Fuller acabaria por morrer não muito tempo depois:

The Death of Blind Boy Fuller - Brownie McGhee (1941)

Bob Dylan voltou ao bluesman Blind Willie McTell, numa música onde o homenageia, gravada em 1983 mas preterida no alinhamento de "Infidels" desse ano, chegando ao conhecimento público 8 anos depois. A música apresenta Dylan ao piano e Mark Knopfler na guitarra acústica.

Blind Willie McTell - Bob Dylan
"The Bootleg Series Volumes 1-3 (Rare & Unreleased) 1961-1991" (1991)

[Nota: Eu não consigo dizer bem o suficiente do Jazz-on-line. Uma verdadeira discoteca da primeira metade do século passado, com quase 20.000 títulos, entre o jazz (predominante), o blues e o folk - uma maravilha para maluquinhos como eu.]
publicado por Olavo Lüpia às 01:22 | link do post | comentar
Quinta-feira, 20.09.07

Directamente do Baú


Breaking The Girl, Red Hot Chili Peppers
"Blood Sugar Sex Magik" (1991)
publicado por Olavo Lüpia às 14:51 | link do post | comentar
Quinta-feira, 19.07.07

Summertime


Oceans, Pearl Jam
"Ten" (1991)
publicado por Olavo Lüpia às 02:03 | link do post | comentar | feedbacks (2)
Sábado, 28.04.07

I still haven't found what I'm looking for

Pois, pudera:



Searching With My Good Eye Closed - Soundgarden
"Badmotorfinger" (1991)
publicado por Olavo Lüpia às 02:52 | link do post | comentar | feedbacks (2)
Sexta-feira, 09.03.07

Porque hoje é Sexta...


Don't Fence Me In, David Byrne
"Red, Hot + Blue: A Tribute to Cole Porter" (1991)
publicado por Olavo Lüpia às 01:51 | link do post | comentar
Sábado, 17.02.07

Late night Parandróide

Tempo para umas musiquinhas, em regime late (mas mesmo late) night.
Um Night Flight, na voz de Jeff Buckley. O original é dos Led Zepp, do Physical Graffiti, de 1975. Esta versão é a que aparece no 1.º cêdê da Legacy Edition do Live at Sin-É, lançada em 2003.
Impressionante a maneira como ele faz a voz dele encaixar perfeitinha nesta canção, em tantos registos diferentes - blues, soul, jazz, pop, rock - até que no fim...

Night Flight - Jeff Buckley

Passemos para os papões de Sufjan Stevens. Era uma vez um rapaz cujos pais não gostavam assim muito dele. Chamaram-lhe Sufjan. Em 2005, ele perde a cabeça e faz um disco impressionante, chamado "Illinoise". Foi daí que retirei esta excelente

They Are Night Zombies!! They Are Neighbors!! They Have Come Back From The Dead!! Ahhhh! - Sufjan Stevens

Recuando um bom bocado no tempo, temos o inevitável Tom Waits, com uma música que nunca chegou a nenhum disco de originais, sendo recuperada na compilação "The Early Years, Vol. 1", editada em 1991. Pelo som da coisa, parece-me ser do tempo do opus inaugural, "Closing Time" (1973).
I'm Your Late Night Evening Prostitute - Tom Waits

Um docinho, docinho, é esta faixa que encerra "Temple Of The Dog", de 1990, dos Temple Of The Dog:
All Night Thing - Temple Of The Dog

Para acabar, uma historinha para adormecer. Muito engraçada. É um extra do terceiro disco de "Orphans" (2006), o "Bastards".
Não vem creditada.
Por isso, vamos chamar-lhe:

Goodbye, Son! Goodbye, Mom! - Tom Waits

E boa noite, ou, como se diz em tele-jornalês, "Boa Noitss".
publicado por Olavo Lüpia às 04:43 | link do post | comentar
Sexta-feira, 16.02.07

Porque hoje é Sexta...


Suck My Kiss, Red Hot Chili Peppers
"Blood Sugar Sex Magik" (1991)
publicado por Olavo Lüpia às 00:41 | link do post | comentar
Sexta-feira, 17.11.06

Especial Jeff Buckley - "Greetings from Tim Buckley" (26.04.1991)

A vida musical verdadeiramente produtiva de Jeff começa em 1991, quando chega a Nova Iorque para participar num concerto de homenagem ao pai Tim.
Os dois passaram apenas uma semana juntos e as palavras do adulto Jeff sobre Tim, o pai, não são elogiosas. As (inevitáveis) comparações entre ambos eram uma coisa que aborreciam o filho de morte. Curiosamente, Jeff nasce no dia anterior à edição do primeiro disco de Tim Buckley... e arrebata o palco num concerto de homenagem ao pai, daí que as suas vidas se acabem por entrelaçar fortemente.

Então, reza a história que, no dia 26.04.1991 foi realizado um concerto de homenagem a Tim Buckley na St. Anne's Church, NY, chamado Greetings from Tim Buckley. Depois de uma hora de música estranha e esotérica, já toda a assistência bocejava e ninguém esperava grande coisa do concerto. Gary Lucas, ex-guitarrista de Captain Beefheart, por acaso, escolhe a mesma música que o jovem Jeff havia escolhido, I Never Asked To Be Your Mountain. Confrontados com uma situação um pouco embaraçosa, decidem subir ambos ao palco para a tocarem.
É também uma coisa extraordinária: essa música havia sido composta por Tim para exorcizar a história de amor falhada entre o próprio e Mary Guibert (mãe de Jeff), havendo referências claras a esta e a Jeff. Um momento pessoal.
A música começa e os holofotes incidem sobre o perfil de Jeff quando este está a afinar a guitarra.
Pára tudo! Para quem conhece as feições de Jeff e de Tim percebe porquê. «Porra, são iguais...», terão pensado na assistência (em inglês, claro!).
A música começa, Gary Lucas vai fazendo uns sons estranhos na sua guitarra e entra a voz de Jeff...
Jesus!...
Depois de I Never Asked To Be Your Mountain (de "Goodbye and Hello" - 1967), Jeff toca ainda Sefronia: The King's Chair (de "Sefronia", de 1973), Phantasmagoria in Two (acompanhado por Gary Lucas e outros músicos) e, para acabar o concerto, toca sozinho a lindíssima Once I Was (estas duas também pertencentes a "Goodbye and Hello"). Once I Was não termina sem que antes uma corda rebente na guitarra acústica de Jeff, pelo que o último refrão e sopro final da música são cantados pelo rapaz sem qualquer acompanhamento - o resultado é de uma beleza assustadora e indescritível.
O concerto acaba e Jeff chora, esmagado, no backstage, enquanto é confortado e felicitado pelos outros músicos.
A partir daí, Jeff é convidado a integrar a formação dos Gods & Monsters, banda de Gary Lucas, onde acabam por ser compostas músicas como Mojo Pin ou Grace.
O baptismo de fogo tinha sido superado, com distinção.
Aqui estão três das quatro músicas cantadas por Buckley nesse concerto.

I Never Asked to be Your Mountain
Phantasmagoria in Two
Once I Was

(Note-se que os mp3 não têm uma qualidade sonora extraordinária. Coloco-os aqui apenas como documento.)

publicado por Olavo Lüpia às 00:11 | link do post | comentar | feedbacks (2)
Terça-feira, 24.10.06

Intermission - Ponto de situação

Meus amigos e amigas, acabo de ultrapassar as 1.000 visitas e 2.500 páginas vistas.
Isto começou por ser uma mailing list, que se transformou em tasco, um pouco como a história da Cinderela, se a imaginarem obesa, míope e de barba...
Primeiramente, agradeço aos clientes daqui do estaminé que, habitual ou ocasionalmente, por cá aparecem para me alegrar, aconchegar-me os lençóis e segurar-me a mão para eu adormecer, salvo seja (Suricata, não te apoquentes: isso só a ti está reservado!).
Depois, tinha mesmo que postar algumas das 1001 maneiras pelas quais alguns "incautos" aqui chegam, através de buscas no Google.
Por exemplo: para além de me encontrarem por "Corações de Atum" ou "Natália o nosso amor é verde vídeo" (o que é simpático), também já me entraram tasco dentro quando buscaram por "tomates padre inácio".
Pior. Dois desgraçados (que podem muito bem ser uma e a mesma pessoa) brasileiros entraram-me para o estabelecimento (estava eu a passar o chão e a arrumar as cadeiras) ao teclar as seguintes expressões "Lúpia é venérea?" ou, ainda mais explícito, "Lúpia é doença venérea?".
Não sei o que é que isto quererá dizer nem se me conhecem. Muito menos me quero pôr na mente (nem na pele/corpo, valha-me deus!) de qualquer ser que se sentiu impelido a procurar tais expressões no Google, mas uma coisa posso garantir: AQUI O LÜPIA NÃO É NENHUMA DOENÇA VENÉREA!!
Pelo sim, pelo não, e tentando não estragar o que tenho já reservado para 6.ª feira (não percam!), fiquem com a Cura:


The Walk, The Cure
(Versão engraçadíssima desta música - apesar dos vários "pregos" de Robert Smith -, com uma ideia espectacular envolvendo kazoos... Vejam! É do programa MTV Unplugged, de 24.01.1991)


publicado por Olavo Lüpia às 18:01 | link do post | comentar | feedbacks (6)

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